Jesus foi visto, pelos religiosos, como alguém quebrado, sem condições de oferecer ajuda. Não havia nada de atraente no Senhor, nada que levasse uma pessoa a olhá-l’O com atenção. Ele foi desprezado e ignorado, de modo que as pessoas se afastavam d’Ele. Olhavam-n’O como a escória da sociedade, como está registrado em Isaías 53, do versículo 1 ao 12, na versão A Mensagem, Nós olhamos para ele com desprezo, pensamos que era a escória. Mas o fato é que ele levou nossas doenças. No entanto, quando os demônios se aproximavam do Senhor, caíam de joelhos, desesperados, temiam-n’O, dizendo, “Que queres conosco, Filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do devido tempo?” (Mateus 8.29) – Mudança de paladar.
Há muita gente temendo o homem, os demônios, os diagnósticos negativos, as previsões econômicas de especialistas, as ameaças, as más notícias, e não Aquele que os demônios temem.
Saber e sabor provêm da mesma raiz: o ensino por meio do paladar.
Os rabinos, em algumas comunidades, conservam o costume de utilizar o mel no ensino inicial das crianças, para lhes mostrar que a Palavra de Deus é doce. No início da instrução, o aluno é conduzido a provar o mel associado às Letras ou aos textos sagrados, simbolizando que as Escrituras são mais doces do que o mel. Do mesmo modo, o Senhor ordenou a Ezequiel que comesse o rolo — a Palavra — e, ao ingeri-lo, ele o sentiu doce como o mel. “Filho do homem, coma este rolo que estou lhe dando e encha o seu estômago com ele”. Então eu o comi, e em minha boca era doce como mel (Ezequiel 3.3).
Quando recebemos o ensino da Palavra de Deus, ela transforma o nosso paladar espiritual. É possível perceber o que uma pessoa tem escutado, o tipo de ensino que tem assimilado e aquilo de que gosta, com o que se envolve e em que encontra prazer.
Daniel foi ensinado a desenvolver um paladar espiritual. Ao ser levado para a Babilônia, foi submetido a um período de três anos de intensa doutrinação, durante o qual o rei mudou o cardápio e também o nome dele e de seus amigos. Isso aconteceu porque o nome deles trazia o peso e a identidade do nome de Deus. O propósito do rei era apagar essa identidade, arrancar de suas vidas a referência ao Deus vivo, como quem declara, “Agora vocês não serão mais judeus; serão moradores e cidadãos da Babilônia. Esquecerão aquele paladar, aquele ensino.”
Daniel, com aproximadamente quinze anos de idade, foi arrancado do convívio de seus pais, com a dolorosa certeza de que provavelmente nunca mais os veria. Mesmo observando outros de seu povo se submeterem à doutrinação e à cultura babilônica, ele disse “não”. Decidiu não se contaminar, e contaminação significa corrupção.
Quando uma pessoa se contamina, ela se corrompe e se suja; é como lançar lixo sobre algo puro. Muitas pessoas receberam a justificação pelo Sangue de Jesus ao crerem n’Ele e, em vez de sentirem prazer nas coisas de Deus e apreciarem o sabor do Evangelho, deixam-se encantar pelo gosto daquilo que o mal, o mundo e a cultura oferecem. A decisão de Daniel de não se contaminar envolvia tanto o aspecto espiritual quanto o físico, pois a comida da Babilônia era preparada com excesso de açúcar, molhos e condimentos. Ele não quis alterar o seu paladar, porque já possuía um paladar formado, um gosto moldado pelo ensino que recebera em sua formação.
Deus está chamando algumas pessoas a mudarem o paladar.
O paladar que o ensino da Palavra nos proporciona é plenamente suficiente. Quando você começa a experimentar a comida da mesa do rei — não do Rei dos reis —, daqueles que trabalham diariamente para mudar a sua essência, inclusive o seu paladar, deixa de sentir prazer na Palavra de Deus. O alimento espiritual que dela procede passa a parecer menos saboroso, porque o coração se encantou com as falsas doçuras da mesa do rei deste mundo.
Como você tem conduzido a sua vida? Talvez não tem temido o Senhor como deveria, tem cedido às doçuras do pecado e às seduções da cultura, que tenta convencer-nos de que Aquele a Quem servimos é menor, frágil ou desprovido de qualquer aparência de triunfo.
Você tem corrido atrás de muitas coisas ou tem se rendido e obedecido Àquele que tem poder para preencher o seu interior? Tem temido o Senhor dos senhores ou tem temido Satanás e os homens? Muitos olhavam para o Senhor Jesus como alguém aparentemente sem sucesso, mas, quando um demônio se aproximava, reconhecia imediatamente quem Ele era.
Tema a Deus! Tema Aquele a Quem os demônios temem. Tema Aquele de Quem a Bíblia declara que exalta reis e os destitui. Tema Aquele a Quem nada pode resistir, cuja voz ressoa como a voz de muitas águas e que, quando Se manifesta, vem como uma inundação de poder.
Quando Samuel ungiu Saul, declarou-lhe uma palavra, dizendo: …quando você partir, encontrará dois homens perto do túmulo de Raquel (…) Eles lhe dirão: ‘As jumentas que você foi procurar já foram encontradas. Agora seu pai deixou de se importar com elas e está preocupado com vocês’ (1 Samuel 10. 2). Nada na Bíblia está por acaso. Raquel foi uma jovem vibrante e empreendedora que, quando a amargura tomou conta do seu coração, tornou-se comum, amarga e invejosa, perdeu tempo em uma disputa com a própria irmã. Quando deveria ter buscado a Deus, correu atrás das mandrágoras, que, teoricamente, tinham o poder de promover a fertilidade. Quando deveria estar rendida ao Senhor, passou a imitar Sara, tomando Bila, sua serva, e entregando-a a Jacó.
Raquel teve dois filhos biológicos, José e Benjamim. José recebeu esse nome porque Raquel reconheceu que Deus havia acrescentado bênção à vida dela. Benjamim nasceu como o filho mais novo de Jacó, e o parto que lhe deu a vida custou a própria vida de Raquel. Antes, Raquel recorreu à sua serva Bila para gerar filhos em seu lugar, e assim Dã e Naftali nasceram por meio da serva — o que foi mais um atraso na vida dela. Raquel demorou para se cansar de usar métodos naturais e passar a depender de Deus. Sua história envolve tanto a dor da esterilidade quanto a alegria da maternidade, marcada pelo nascer de José e Benjamim.
O agir na carne gera serpentes que são resultados dolorosos.
Dã será uma serpente à beira da estrada, uma víbora à margem do caminho, que morde o calcanhar do cavalo e faz cair de costas o seu cavaleiro (Gênesis 49.17).
Muitas pessoas têm perdido tempo, envolvendo-se com coisas passageiras, atrás de jumentas quando Deus tem a realeza, a honra para elas. Aceitam coisas menores, inferiores, quando Deus tem algo superior. Saul estava em busca de jumentas que nem eram dele. Algumas pessoas estão atrás de coisas que nem delas são.
Quando ela se voltou verdadeiramente para Deus, o Senhor Se lembrou dela, ouviu sua oração e deu a ela um José, que significa “Deus acrescenta”. A esterilidade de Raquel cessou e a fertilidade chegou com o poder de acrescentar à vida dela. No entanto, ela retrocedeu; é o que muita gente faz, irrompe, progride e, tão logo, começa a retroceder. Raquel tomou os ídolos de seu pai, mentiu, enganou e, por fim, morreu precocemente durante o parto. As jumentas, portanto, simbolizam um tempo de mediocridade, de envolvimento com coisas pequenas e sem propósito elevado.
Raquel, enquanto se envolveu com coisas grandiosas, avançou e prosperou; porém, quando se voltou apenas para coisas pequenas, aquilo que fez gerou serpente, dor, atrasos e resultou em morte precoce. Na vida de muitas pessoas também tem ocorrido morte espiritual, financeira e conjugal, porque têm corrido atrás de coisas pequenas, passageiras, aceitando os manjares dos principados deste mundo. O paladar, que deveria apreciar as coisas de Deus, tem sido alterado. São pessoas que já não têm vida espiritual, não cultivam mais um relacionamento com o Senhor e se limitam apenas a cumprir a obrigação de ir ao culto aos domingos.
A chama na vida dessas pessoas se apagou. Não há mais fogo, porque o paladar mudou. Antes, o ensino das Santas Escrituras tinha um sabor extraordinário; agora, cederam ao gosto dos açúcares e ao sabor dos molhos. A comida dos reis deste mundo é sofisticada e cara, mas não é saudável para a vida espiritual nem para o físico de um verdadeiro crente.
Por que você tem estado tão distante de Deus? Muito provavelmente porque têm olhado para Jesus e para a fé em Jesus do mesmo modo que os religiosos olharam para Ele naqueles dias, como alguém menor.
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Maio de 2026 – Mudança de paladar, Mudança de paladar, Mudança de paladar, Mudança de paladar, Mudança de paladar... Link: Edição.
Edição de maio de 2026
Jesus foi visto, pelos religiosos, como alguém quebrado, sem condições de oferecer ajuda. Não havia nada de atraente no Senhor, nada que levasse uma pessoa a olhá-l’O com atenção. Ele foi desprezado e ignorado, de modo que as pessoas se afastavam d’Ele. Olhavam-n’O como a escória da sociedade, como está registrado em Isaías 53, do versículo 1 ao 12, na versão A Mensagem, Nós olhamos para ele com desprezo, pensamos que era a escória. Mas o fato é que ele levou nossas doenças. No entanto, quando os demônios se aproximavam do Senhor, caíam de joelhos, desesperados, temiam-n’O, dizendo, “Que queres conosco, Filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do devido tempo?” (Mateus 8.29).
Há muita gente temendo o homem, os demônios, os diagnósticos negativos, as previsões econômicas de especialistas, as ameaças, as más notícias, e não Aquele que os demônios temem.
Saber e sabor provêm da mesma raiz: o ensino por meio do paladar.
Os rabinos, em algumas comunidades, conservam o costume de utilizar o mel no ensino inicial das crianças, para lhes mostrar que a Palavra de Deus é doce. No início da instrução, o aluno é conduzido a provar o mel associado às Letras ou aos textos sagrados, simbolizando que as Escrituras são mais doces do que o mel. Do mesmo modo, o Senhor ordenou a Ezequiel que comesse o rolo — a Palavra — e, ao ingeri-lo, ele o sentiu doce como o mel. “Filho do homem, coma este rolo que estou lhe dando e encha o seu estômago com ele”. Então eu o comi, e em minha boca era doce como mel (Ezequiel 3.3).
Quando recebemos o ensino da Palavra de Deus, ela transforma o nosso paladar espiritual. É possível perceber o que uma pessoa tem escutado, o tipo de ensino que tem assimilado e aquilo de que gosta, com o que se envolve e em que encontra prazer.
Daniel foi ensinado a desenvolver um paladar espiritual. Ao ser levado para a Babilônia, foi submetido a um período de três anos de intensa doutrinação, durante o qual o rei mudou o cardápio e também o nome dele e de seus amigos. Isso aconteceu porque o nome deles trazia o peso e a identidade do nome de Deus. O propósito do rei era apagar essa identidade, arrancar de suas vidas a referência ao Deus vivo, como quem declara, “Agora vocês não serão mais judeus; serão moradores e cidadãos da Babilônia. Esquecerão aquele paladar, aquele ensino.”
Daniel, com aproximadamente quinze anos de idade, foi arrancado do convívio de seus pais, com a dolorosa certeza de que provavelmente nunca mais os veria. Mesmo observando outros de seu povo se submeterem à doutrinação e à cultura babilônica, ele disse “não”. Decidiu não se contaminar, e contaminação significa corrupção.
Quando uma pessoa se contamina, ela se corrompe e se suja; é como lançar lixo sobre algo puro. Muitas pessoas receberam a justificação pelo Sangue de Jesus ao crerem n’Ele e, em vez de sentirem prazer nas coisas de Deus e apreciarem o sabor do Evangelho, deixam-se encantar pelo gosto daquilo que o mal, o mundo e a cultura oferecem. A decisão de Daniel de não se contaminar envolvia tanto o aspecto espiritual quanto o físico, pois a comida da Babilônia era preparada com excesso de açúcar, molhos e condimentos. Ele não quis alterar o seu paladar, porque já possuía um paladar formado, um gosto moldado pelo ensino que recebera em sua formação.
Deus está chamando algumas pessoas a mudarem o paladar.
O paladar que o ensino da Palavra nos proporciona é plenamente suficiente. Quando você começa a experimentar a comida da mesa do rei — não do Rei dos reis —, daqueles que trabalham diariamente para mudar a sua essência, inclusive o seu paladar, deixa de sentir prazer na Palavra de Deus. O alimento espiritual que dela procede passa a parecer menos saboroso, porque o coração se encantou com as falsas doçuras da mesa do rei deste mundo.
Como você tem conduzido a sua vida? Talvez não tem temido o Senhor como deveria, tem cedido às doçuras do pecado e às seduções da cultura, que tenta convencer-nos de que Aquele a Quem servimos é menor, frágil ou desprovido de qualquer aparência de triunfo.
Você tem corrido atrás de muitas coisas ou tem se rendido e obedecido Àquele que tem poder para preencher o seu interior? Tem temido o Senhor dos senhores ou tem temido Satanás e os homens? Muitos olhavam para o Senhor Jesus como alguém aparentemente sem sucesso, mas, quando um demônio se aproximava, reconhecia imediatamente quem Ele era.
Tema a Deus! Tema Aquele a Quem os demônios temem. Tema Aquele de Quem a Bíblia declara que exalta reis e os destitui. Tema Aquele a Quem nada pode resistir, cuja voz ressoa como a voz de muitas águas e que, quando Se manifesta, vem como uma inundação de poder.
Quando Samuel ungiu Saul, declarou-lhe uma palavra, dizendo: …quando você partir, encontrará dois homens perto do túmulo de Raquel (…) Eles lhe dirão: ‘As jumentas que você foi procurar já foram encontradas. Agora seu pai deixou de se importar com elas e está preocupado com vocês’ (1 Samuel 10. 2). Nada na Bíblia está por acaso. Raquel foi uma jovem vibrante e empreendedora que, quando a amargura tomou conta do seu coração, tornou-se comum, amarga e invejosa, perdeu tempo em uma disputa com a própria irmã. Quando deveria ter buscado a Deus, correu atrás das mandrágoras, que, teoricamente, tinham o poder de promover a fertilidade. Quando deveria estar rendida ao Senhor, passou a imitar Sara, tomando Bila, sua serva, e entregando-a a Jacó.
Raquel teve dois filhos biológicos, José e Benjamim. José recebeu esse nome porque Raquel reconheceu que Deus havia acrescentado bênção à vida dela. Benjamim nasceu como o filho mais novo de Jacó, e o parto que lhe deu a vida custou a própria vida de Raquel. Antes, Raquel recorreu à sua serva Bila para gerar filhos em seu lugar, e assim Dã e Naftali nasceram por meio da serva — o que foi mais um atraso na vida dela. Raquel demorou para se cansar de usar métodos naturais e passar a depender de Deus. Sua história envolve tanto a dor da esterilidade quanto a alegria da maternidade, marcada pelo nascer de José e Benjamim.
O agir na carne gera serpentes que são resultados dolorosos.
Dã será uma serpente à beira da estrada, uma víbora à margem do caminho, que morde o calcanhar do cavalo e faz cair de costas o seu cavaleiro (Gênesis 49.17).
Muitas pessoas têm perdido tempo, envolvendo-se com coisas passageiras, atrás de jumentas quando Deus tem a realeza, a honra para elas. Aceitam coisas menores, inferiores, quando Deus tem algo superior. Saul estava em busca de jumentas que nem eram dele. Algumas pessoas estão atrás de coisas que nem delas são.
Quando ela se voltou verdadeiramente para Deus, o Senhor Se lembrou dela, ouviu sua oração e deu a ela um José, que significa “Deus acrescenta”. A esterilidade de Raquel cessou e a fertilidade chegou com o poder de acrescentar à vida dela. No entanto, ela retrocedeu; é o que muita gente faz, irrompe, progride e, tão logo, começa a retroceder. Raquel tomou os ídolos de seu pai, mentiu, enganou e, por fim, morreu precocemente durante o parto. As jumentas, portanto, simbolizam um tempo de mediocridade, de envolvimento com coisas pequenas e sem propósito elevado.
Raquel, enquanto se envolveu com coisas grandiosas, avançou e prosperou; porém, quando se voltou apenas para coisas pequenas, aquilo que fez gerou serpente, dor, atrasos e resultou em morte precoce. Na vida de muitas pessoas também tem ocorrido morte espiritual, financeira e conjugal, porque têm corrido atrás de coisas pequenas, passageiras, aceitando os manjares dos principados deste mundo. O paladar, que deveria apreciar as coisas de Deus, tem sido alterado. São pessoas que já não têm vida espiritual, não cultivam mais um relacionamento com o Senhor e se limitam apenas a cumprir a obrigação de ir ao culto aos domingos.
A chama na vida dessas pessoas se apagou. Não há mais fogo, porque o paladar mudou. Antes, o ensino das Santas Escrituras tinha um sabor extraordinário; agora, cederam ao gosto dos açúcares e ao sabor dos molhos. A comida dos reis deste mundo é sofisticada e cara, mas não é saudável para a vida espiritual nem para o físico de um verdadeiro crente.
Por que você tem estado tão distante de Deus? Muito provavelmente porque têm olhado para Jesus e para a fé em Jesus do mesmo modo que os religiosos olharam para Ele naqueles dias, como alguém menor.
Quais são as suas prioridades? Saiba que elas dizem muito a seu respeito.
Os demônios continuam desesperados diante do nome de Jesus Cristo; quando você declara “Jesus Cristo”, o inferno estremece, a atmosfera se altera e as coisas mudam. Tudo muda sob o nome de Jesus!
Algumas pessoas se tornaram impermeáveis à Palavra de Deus e tiveram o paladar espiritual alterado. Se o seu paladar mudou, procure discernir o que você tem permitido entrar em seu espírito para chegar a essa tragédia. Que tipo de ensino você tem recebido? Por que já não consegue reconhecer a grandeza de Jesus? O ensino que acolhemos molda o nosso paladar. Lembremo-nos do malfeitor que havia destruído a própria vida, mas ali, sem poder mover os pés ou as mãos, voltou-se para Jesus e disse: “Lembra-te de mim quando entrares no teu Reino”. E Jesus lhe respondeu: “Hoje mesmo estarás comigo no paraíso”.
O Espírito Santo diz a você que, se hoje se curvar diante de Deus com o desejo sincero de se voltar para Ele, de mudar o seu paladar e de se apaixonar novamente pelas coisas espirituais, certamente o paraíso se manifestará sobre a sua vida. Você se surpreenderá com as transformações que acontecerão! Precisa de respostas, de definições? Se assim o fizer, elas virão. O paraíso representa tudo o que Jesus tem para nos oferecer, direção, respostas, restaurações, curas, ou seja, vida abundante. Mas é necessário traçar uma linha no chão e parar de oscilar. Você foi chamado para reinar em vida com o Senhor, para prosperar, e não apenas para viver em modo de sobrevivência. Muitos ainda não têm a mentalidade do Reino, a mentalidade de grandeza. Se você não consegue pensar em algo grandioso, não viverá essa grandeza; se não existir primeiro dentro de você, não existirá fora. Aquilo ao qual você se condiciona é para onde sua vida se direciona.
Você foi chamado para governar, dominar. Reconheça a soberania do Senhor e pare de correr atrás do que é irrelevante. Com profunda sinceridade — como alguém cansado de tantas frustrações — derrame o seu coração diante de Deus, e o Reino d’Ele, o paraíso, as restaurações, as definições, descerão sobre você hoje.
Conte sempre com as minhas orações.
Bispa Cléo Ribeiro Rossafa
Líder Espiritual do Ministério Mudança de Vida
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